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Assim, sem assunto mesmo, resolvi dia desses ligar para o meu pai, Seu Cássio. A gente raramente (lê-se nunca) se fala. Alô, pai? Silêncio. Oi filho, sua mãe não está. Eu sei, queria falar com você mesmo. Silêncio. Falamos por alguns minutos. Não muitos, mas cirúrgicos. Minutos precisos sobre família, jazz e a diferença entre solidão e solitude. E, sozinhos, desligamos satisfeitos. Silêncio.
Setembro 3, 2008 às 5:12 am
Que bom voce voltar!
Mas o seu Cassio continua o mesmo…